segunda-feira, 18 de junho de 2012
Desenvolvedoras de games podem estar abandonando o Google+
Eu ainda não tenho coragem de afirmar que o Google+ está morto (embora alguns até garantam que ele já nasceu assim), mas a Electronic Arts e a Wooga deram um belo indicativo de que a rede social da gigante de Mountain View não consegue mesmo conquistar a atenção das pessoas.
A PopCap, agora subsidiária da EA, afirmou que o Bejeweled Blitz deixará de funcionar por lá a partir de hoje, enquanto que o outro estúdio já desligou o Monster World. Como elas são consideradas respectivamente a terceira e quarta maiores desenvolvedoras de jogos sociais para o Facebook, sem dúvida se trata de perdas consideráveis para o Google+, que parecia ser uma boa plataforma para elas conquistarem novos consumidores.
As explicações dadas pelas empresas foram um pouco diferentes, com a Wooga declarando que optaram por remover alguns jogos da rede social por possuírem um público muito maior e mais ativo no Facebook. Já a PopCap afirmou que a remoção do jogo foi feita para que eles pudessem dedicar recursos a outra adaptação da série Bejeweled, além de terem garantido que o Google é um parceiro valioso na área de games e que continuarão desenvolvendo para as suas plataformas.
De qualquer forma, mesmo que essas companhias decidam realmente abandonar o Google+, a grande margem parcela de lucro obtido (95%) ainda deverá manter outros nomes respeitados como a Rovio, a Zynga e a Disney. Só resta saber até quando.
Com Wii U, Nintendo avança para era social dos games Novo console da empresa japonesa dará acesso à rede Miiverse, em que jogadores vão compartilhar jogos, experiências e preferências
Scott A Moffitt, vice-presidente de vendas da Nintendo of America, em apresentação durante a E3 2012 (Vince Bucci/AP)
Híbrido de console e tablet, o Wii U, novo videogame da Nintendo, foi o grande destaque da E3 2012, maior feira de games do mundo, realizada na semana passada em Los Angeles. Mais do que um dispositivo rebuscado, o que a empresa japonesa pretende com o Wii U é avançar para a era social dos games, em que jogadores compartilham a experiência dos jogos, é claro, mas também preferências e dicas. Para isso, a empresa vai colocar em atividade a rede social Miiverse, onde se dará toda a interatividade. Na entrevista a seguir, Scott A Moffitt, vice-presidente de vendas da Nintendo of America, fala sobre o tripé sobre o qual se apoia tanto o Wii U quanto a Miiverse: jogabilidade, conexão social e entretenimento. Moffitt explica também como a empresa tem se esforçado para incluir o Brasil na lista de países que receberão o Wii U às vésperas do Natal.
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A Nintendo ressaltou a importância do conteúdo na E3. Como a companhia escolheu os jogos que serão lançados simultaneamente com o Wii U? Mostramos 23 jogos que serão lançados com o Wii U. Os títulos que escolhemos para mostrar para o público foram, em sua maioria, desenvolvidos por empresas terceirizadas, como Electronic Arts. Eles foram escolhidos porque as companhias conseguiram finalizá-los a tempo e também porque mostram de forma singular como funciona o game pad (controle com tela sensível ao toque do Wii U). Vale destacar ainda que esses games mostram quem a Nintendo pretende atingir com o novo console: nossa missão é continuar expandindo a população gamer, porque acreditamos que todo mundo é um jogador em potencial. Os títulos que apresentamos são capazes de divertir tanto um jogador casual quanto um heavy user.
Por que a Nintendo decidiu atrair também a atenção dos heavy users, os aficionados?É difícil categorizar quem são os jogadores casuais e quem são os aficionados. Estudando o assunto, descobrimos que nos lares convivem os dois tipos de jogadores. Acreditamos que o Wii U pode conectar pessoas de uma forma diferente, e queremos que as famílias joguem juntas e aproveitem essa experiência.
No ano passado, Reggie Fils-Aime, presidente da Nintendo of America, disse que pretende levar o Wii U para o Brasil no mesmo dia em que o console será lançado no resto do mundo. Quando o videogame chegará ao mercado brasileiro? Por ora, nos focamos em compartilhar com o público os jogos que chegarão ao Wii U. Não anunciamos o dia do lançamento ou mesmo o preço do aparelho. Mas todos esses detalhes serão disponibilizados em breve, provavelmente em setembro. Estamos trabalhando duro para lançar o videogame em todo o mundo no mesmo dia. Não posso garantir nesse momento um lançamento simultâneo no Brasil, mas posso dizer que estamos trabalhando muito para que isso aconteça. Também queremos que o console chegue ao país em português - tantos os menus, como seus conteúdos.
Por que é estratégico para a Nintendo se aproximar das desenvolvedoras independentes de games? Se você olhar para os campeões em vendas desde o lançamento do Wii, vai perceber que os primeiros títulos são todos desenvolvidos em casa. Mas no caso do Wii U, o kit de desenvolvimento é mais amistoso a desenvolvedores independentes. Certamente, teremos cada vez mais jogos feitos por essas produtoras. Se analisarmos o ambiente de desenvolvimento do Xbox 360 ou do PlayStation 3, constatamos que eles são muito similares em termos de linguagem de programação e de capacidade, além de compartilharem a alta-definição. Com o Wii é diferente. Por isso, sempre foi muito difícil para as produtoras independentes disponibilizarem jogos nas três plataformas. Com o Wii U, os sistemas ficam parecidos. Todos são de alta-definição, possuem processadores potentes e capacidade gráfica. Isso faz com que seja mais fácil para aquelas produtoras oferecer um mesmo título para os três aparelhos. Queremos que os estúdios imaginem como um game pode ser melhorado com o uso de um controle com uma segunda tela. Então, os desafiamos a explorar esse recurso. OBatman: Arkham City, por exemplo, é muito parecido no Xbox 360 e no PlayStation 3, mas no Wii U a experiência é diferente. Agora, Batman possui um computador no braço: o jogador tem acesso a informações, como mapas, no game pad. Então esse é um grande exemplo de como o josytick pode mudar até mesmo um bom título.
Por que a Nintendo decidiu lançar uma coletânea de jogos antigos para o Wii U? ONintendo Land traz aclamados jogos da Nintendo repaginados para o Wii U. Acreditamos que essa coletânea representa o que o Wii Sports foi para o Wii. Ele mostra aos usuários os recursos do novo controle e ensina como usá-lo. Acreditamos que a experiência da segunda tela é muito poderosa.
Não escutamos quase nada sobre serviços on-line da Nintendo durante a E3. Quais são os planos da companhia nessa área? O Nintendo Wii foi desenvolvido sobre três pilares: jogabilidade (a forma como o pad muda a experiência do jogador), conexão social (Miiverse) e entretenimento (parcerias com Netflix, Hulu, Amazon e YouTube). Os detalhes serão anunciados nos próximos meses, mas posso adiantar que o Wii U terá uma rede social: o Miiverse. A ideia é que os Miis (avatares da Nintendo) troquem informações, se comuniquem e descubram novos conteúdos. Quando o usuário ligar o console, ele vai enxergar uma interface repleta de ícones, como nos smartphones. Em torno de cada ícone, estarão os Miis. Quanto mais avatares em torno de um jogo ou aplicativo, maior a sua popularidade na comunidade. Será possível checar o que as pessoas estão falando sobre uma ferramenta ou game mesmo conectado ao jogo. Não será preciso sair do console e usar um computador para pedir dicas. O sistema será integrado. Por ora, a rede social só estará disponível no Wii U, mas em breve ela poderá ser acessada também através dos celulares, tablets e notebooks.
terça-feira, 12 de junho de 2012
Criadores José/Phillipy/Informações/Nossos Blogs
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Sony: Playstation 4 não será o mais barato, mas o melhor
Playstation 4' não tem data de lançamento, mas já está em processo
Foto: Getty Images
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O CEO da Sony, Jack Tretton, afirmou, em entrevista ao Gametrailers, que o Playstation 4 não deve ser a primeira máquina da oitava geração de consoles a chegar ao mercado e não será a mais barata, contudo, será a melhor. "Nosso foco não é lançar primeiro, nem ter o menor preço, mas sim a melhor máquina", disse o executivo.
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"Em um mundo perfeito, seríamos os primeiros, mais baratos e melhores, mas nosso foco é sempre a qualidade", completou Tretton, que afirmou que os trabalhos no futuro console já estão em andamento.
A tática de lançar o console por último, contudo, é apontada como a principal causa para o Playstation 3, que chegou às prateleiras um ano depois do Xbox 360, ser o segundo colocado em vendas, atrás do rival da Microsoft.
Mesmo sem lançamentos, Activision irá apoiar Wii U
Eric Hirshberg, CEO da Activision, disse ao site GamesIndustry.biz, que a produtora de games tem grande interesse em apoiar o Wii U, mesmo ainda não tendo anunciado lançamentos para o novo console da Nintendo.
"Nós levaremos nosso tempo, até que os patos estejam enfileirados antes de puxar o gatilho. Ainda não temos lançamentos, mas iremos apoiar o Wii U", disse.
Epic Games anuncia primeiro jogo com Ureal Engine 4 para 2013
Mark Rein, chefe da Epic Games, anunciou em entrevista ao site Joystiq que o primeiro jogo a usar o sistema Unreal Engine 4 será lançado em 2013.
"Com certeza lançaremos algo no próximo ano, mas não sei quando exatamente", disse. Rein também comentou que, para o sucesso do motor, é preciso lançá-lo em um game de destaque.
"É certamente importante para nós termos um título de destaque. É o jogo para o qual desenvolvemos o motor. Gears of War foi o jogo para o qual o Unreal Engine 3 foi desenvolvido, portanto lançá-lo tem um enorme significado para os licenciados e para nós".
O motor Unreal Engine foi desenvolvido em 1998 pela Epic Games especialmente para o jogo em primeira pessoa Unreal. Suas versões seguintes foram lançadas em 2002 e 2004.
Novo MacBook Pro: Retina Display é destaque, alto preço é problema Apesar do custo, primeiras reações aos novos laptops da Apple são bastante positivas.
Revelado na última edição da WWDC, o novo MacBook Pro já está nas mãos de alguns sites especializados, que não perderam tempo e já iniciaram uma rodada de discussões sobre o aparelho.
Mesmo que o Retina Display seja o centro das atenções – e dos elogios –, outros aspectos também foram analisados, como o design e o desempenho. As críticas não ficaram de fora: para variar, o valor exagerado pedido pela Apple foi levado em conta nos textos.
Mesmo que o Retina Display seja o centro das atenções – e dos elogios –, outros aspectos também foram analisados, como o design e o desempenho. As críticas não ficaram de fora: para variar, o valor exagerado pedido pela Apple foi levado em conta nos textos.
Design
O LaptopMag é direto: o aparelho mescla portabilidade e potência como nenhum outro. As cores e os materiais de fabricação seguem o modelo tradicional da empresa e devem agradar aos fãs em geral. A leveza e a espessura o tornam perfeito para viagens.
O Cnet e o MacWorld também citam o quanto o aparelho é fino: são apenas 18 mm de espessura, menos que muitos ultrabooks lançados por aí. A placa de alumínio que reveste o laptop seria praticamente a mesma da geração anterior – e reciclar o teclado, que já era bastante confortável, foi um dos grandes acertos da Apple.
Retina Display
O grande destaque do novo modelo foi também o mais elogiado. Para o AnandTech, já à primeira vista o display de altíssima resolução parece bem melhor que o da geração passada de MacBooks. Suas principais características seriam o maior brilho e polidez, além de apresentar menos reflexos.
Outra qualidade seria a troca rápida de resolução, fator que agrada quem vive mudando as configurações do computador. O site ainda testou o jogo Diablo III na máxima resolução permitida – e os resultados foram os melhores possíveis.
O LaptopMag notou reflexos leves, mas nada que distraia ou tire a atenção durante o uso. O site destaca mesmo a melhora em cores e contraste, também graças ao Retina Display. Os aplicativos com uso melhorado pela tecnologia da tela devem ser uma boa surpresa no futuro. Por fim, o MacWorld disse que a tela é “de explodir cabeças”.
Desempenho
O LaptopMag deu como média um boot de 15 segundos, considerado um bom tempo, já que essa não é a maior preocupação do aparelho. Com processador Intel Core i7 de 2,3 GHz, 8 GB de RAM e a placa gráfica GeForce GT 650M, os resultados nos benchmarks não poderiam ser melhores. Até para games ele se mostrou ótimo, já que bateu até mesmo modelos especializados da Alienware.
Preço
Você já viu por aqui que, no Brasil, o aparelho chega a custar mais de R$ 15 mil. No exterior, mesmo chegando a um máximo de US$ 3.700, o alto preço foi uma crítica unânime. O Cnet diz que ele é exclusivo para profissionais endinheirados, apesar de fazer parte de uma elite dos laptops atuais.Opinião similar tem o MacWorld: apesar de elogiar bastante o aparelho, o redator questiona se ele realmente vale tanto assim.










