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quarta-feira, 3 de abril de 2013

Venda digital de games cresce 33% ao ano, diz analista


 
• domingo, 31 de março de 2013
Getty Images
GDC: painel discutiu ascensão da venda de cópias digitais
São Paulo - As vendas de cópias digitais e conteúdos para download estão crescendo num ritmo de 33 por cento ao ano nos Estados Unidos e na Europa.
Os dados foram apresentados pelo analista da NPD Liam Callahan durante painel no evento Game Developers Conference, que ocorreu nesta semana em San Francisco.
De acordo com Callahan, a venda de conteúdos digitais de games gerou 5,9 bilhões de dólares em 2012 somente nos Estados Unidos. Na Europa, os números foram expressivos também: 1,7 bilhão de dólares no Reino Unido, 1,4 bilhão de dólares na Alemanha e 1 bilhão de dólares na França.
Outro dado trazido pelo analista aponta clara mudança no padrão de consumo de games: 40 por cento das vendas de games nos Estados Unidos em 2012 foram direcionados para conteúdos digitais - aumento de 28 por cento em relação a 2010.
Mas Callahan não falou apenas de mercados em ascensão. Sua empresa, a NPD, registrou uma queda de 17,1 por cento na venda de games usados nos Estados Unidos em relação a 2011 - número que pode estar relacionado ao aumento nas vendas digitais.
Durante o painel que tratava do assunto, os palestrantes também previram que a China tem expectativa de crescimento de 10% ao ano no ramo pelo menos até 2016.
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Game é tão esporte quanto xadrez ou pôquer, diz Jet Li



Getty Images
Jet Li: ciberatletas tem a mesma mentalidade que atletas físicos
São Paulo - O famoso ator e especialista em artes marciais Jet Li acredita que jogar videogames é uma prática esportiva e competitiva tão legítima quanto qualquer outra já reconhecida pela sociedade.
De acordo com o site MMO Culture, o protagonista de filmes como Herói e Cão de Briga, estava presente em um torneio do jogo Age of Wushu e declarou seu reconhecimento dos e-sports como modalidade genuína.
"Se jogos de pôquer e xadrez têm os jogadores sentados e são considerados esportes, por que jogos virtuais não seriam?", questionou Li. "Existem dois tipos de esporte: um físico e um mental. Não há nenhuma boa razão para desconsiderar games como esporte. Eu acredito que os participantes desses torneios têm a mesma mentalidade que atletas físicos."
Ascensão - Os campeonatos de games estão em ascensão e os ciberatletas estão cada vez mais em evidência. Grandes torneios de jogos como StarCraft, League of Legends, FIFA e Counter Strike têm ganhado cada vez mais atenção da mídia.
O Brasil também acompanha esse fenômeno, tanto que receberá em agosto a primeira edição do Batalha dos Games, evento destinado aos mais diversos campeonatos de games, contando com diversas plataformas (dos arcades e do Atari até os consoles atuais e mobile, entre outros) e gêneros (futebol, corrida, FPS, luta, entre outros). Saiba mais sobre a Batalha dos Games clicando aqui.
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Nelsinho Piquet correrá no X Games de Foz do Iguaçu



Nelsinho disputará a prova de rallycross Foto: Getty Images
Nelsinho disputará a prova de rallycross
Foto: Getty Images
O piloto Nelsinho Piquet disputará a prova de rallycross do X Games da América Latina, que acontece entre os dias 18 e 21 de abril, em Foz do Iguaçu (PR).
Competindo atualmente na Nascar, o corredor integrará a equipe Mitsubishi, ao lado do também brasileiro Guiga Spinelli, vencedor do Rally Internacional dos Sertões em 2010.
O rallycross é um dos eventos realizados dentro do X Games.
A competição consiste em corridas de curta duração, nas quais os competidores avançam para as demais etapas atavés de eliminatórias. Na próxima segunda-feira acontecerá uma entrevista coletiva para o anúncio oficial da equipe.
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Power Rangers completam 20 anos, conheça os games dos heróis


Felipe VinhaPara o TechTudo
A série Power Rangers completa 20 anos de exibição em 2013, e hoje já soma mais de 10 jogos já lançados em diversas plataformas. Alguns games dos heróis são memoráveis, enquanto outros foram facilmente esquecidos. Para marcar as comemorações do seriado, você acompanha abaixo um breve histórico sobre a passagem dos “Rangers” nos consoles e portáteis ao longo dos anos.
Power Rangers completam 20 anos (Foto: Divulgação)Power Rangers completam 20 anos (Foto: Divulgação)
Era “Mighty Morphin”
A primeira temporada de Power Rangers é conhecida pelo título completo de Mighty Morphin Power Rangers, e ela foi também a temporada que mais rendeu games aos personagens, com variações de aventura e lutas.
O primeiro deles foi Mighty Morphin Power Rangers: The Videogame, lançado em 1994 para o Super Nintendo, Mega Drive, Game Gear e também Game Boy. As versões para consoles foram as mais famosas e a aventura era um beat’em up - jogos que consistem em “andar e bater” com seus personagens, como em Final Fight e Streets of Rage.
Power Rangers teve seu primeiro jogo em 1994 (Foto: Reprodução/VGLounge)Power Rangers teve seu primeiro jogo em 1994 (Foto: Reprodução/VGLounge)
Com um total de oito fases, o primeiro game dos heróis permitia jogar com qualquer um dos cinco principais Power Rangers – Jason, Billy, Kimberly, Zach e Trini. O mais divertido, na versão SNES, era que você começava as fases com os heróis em sua forma humana, ainda sem transformação. Ela só ocorria mais adiante, quando chegávamos na metade do cenário.
Versão Mega Drive era diferente (Foto: Reprodução/Rangers Online)Versão Mega Drive era diferente (Foto: Reprodução/Rangers Online)
Apesar de ser um jogo curto para os padrões de hoje, a alta dificuldade fazia valer a diversão, já que os chefões eram barra pesada e os inimigos comuns poderiam dar algum trabalho se ficassem numerosos. Mais tarde, o Sega CD chegou a ganhar uma versão do jogo, mas era totalmente diferente, já que fazia uso de cenas reais dos episódios – a jogabilidade lembrava o clássico Dragon’s Lair.
A chamada Era Mighty Morphin ainda rendeu mais dois jogos, um deles que pode ser considerado o mais querido entre os fãs. Trata-se de Mighty Morphin Power Rangers: The Fighting Edition, de 1995, lançado exclusivamente no Super Nintendo. Como o nome em inglês diz, é um game de luta, que misturava inimigos com os Megazords, robôs gigante, dos heróis.
Power Rangers Fighting Edition saiu para SNES (Foto: Reprodução/GameIT)Power Rangers Fighting Edition saiu para SNES (Foto: Reprodução/GameIT)
Fightning Edition era legal pois apresentava gráficos de primeira qualidade – até mesmo para os padrões de hoje – e uma jogabilidade bem equilibrada, digna dos melhores jogos de luta da época. O título foi desenvolvido pela japonesa Natsume, responsável por alguns games da série Gundam, o que explica sua qualidade.
A última aventura da época Mighty Morphin saiu também em 95, com Mighty Morphin Power Rangers: The Movie, para Super Nintendo, Mega Drive, Game Gear e Game Boy, pegando carona no filme. Como no primeiro game, existiam diferenças entre as versões, mas as mais populares saíram no SNES e Mega Drive, ainda que bem diferentes entre si.
Power Rangers The Movie adaptou o filme para os games (Foto: Reprodução/UV List)Power Rangers The Movie adaptou o filme para os games (Foto: Reprodução/UV List)
No console da Nintendo, era possível também começar a fase com os heróis humanos e se transformar depois. Ao contrário do outro jogo, aqui você poderia se transformar na hora que bem entender, quando completasse uma barra de especial. Já no console da Sega o herói passava a aventura inteira com sua roupa de batalha. Apesar das diferenças, as duas versões eram muito divertidas.
A era intermediária
A chamada “Era Intermediária” dos Power Rangers começou quando a produtora Saban resolveu abandonar a marca Mighty Morphing e começou a produzir séries com temáticas e personagens diferentes, deixando de lado o tema de dinossauros e os heróis que consagraram uma geração. A primeira destas novas temporadas foi Power Rangers Zeo, que teve seu próprio game.
Contudo, o game de Zeo pode ser considerado um dos piores da série. Lançado somente para Super Nintendo, ele deixava de lado a ação, beat’em up, luta ou qualquer outra característica dos anteriores: aqui os Power Rangers andavam de moto. Pois é, tratava-se de um jogo de corrida no melhor estilo “Mario Kart”.
Power Rangers Zeo teve um jogo de "kart" (Foto: Reprodução/SNES Brasil)Power Rangers Zeo teve um jogo de "kart" (Foto: Reprodução/SNES Brasil)
De certa forma, Power Rangers Zeo: Battle Racers, de 1996, era um clone de Mario Kart, e um dos mais mal feitos. O primeiro cenário, por exemplo, era praticamente roubado do jogo da Nintendo, já que todas as cores e design eram iguais. O jogador poderia controlar qualquer um dos Rangers além de dois tipos de inimigos, mas a diversão era baixa.
O próximo game da série demorou para sair, já que veio somente em 2000. O jogo em questão foi Power Rangers Lightspeed Rescue, para PSOne, Game Boy Color, Nintendo 64 e PC. Era uma aventura bem competente, com gráficos 3D nos consoles e PC, que era até bem fiel à temporada que era inspirado.
Power Rangers Lightspeed Rescue no Nintendo 64 (Foto: Reprodução/Spong)Power Rangers Lightspeed Rescue no Nintendo 64 (Foto: Reprodução/Spong)
Em 2001 veio Power Rangers Time Force, para Game Boy Color, PSOne e GBA. A melhor versão neste caso foi a de GBA, que era uma aventura que lembrava, e muito, os primeiros jogos da série. No PSOne o game era bem fraco e não parecia com um título dos personagens. Os inimigos eram bizarros e incluem até mesmo cowboys do Velho Oeste.
Já em 2002 tivemos Power Rangers Wild Force, somente para GBA. Apesar de não ser uma temporada muito querida entre os fãs da série, o jogo até que se saiu bem, seguindo a fórmula que fez o sucesso de Time Force também no portátil da Nintendo, mas desta vez com gráficos que imitavam um 3D mais rústico, que até que ficou bom no aparelho.
Power Rangers Wild Force no GBA (Foto: Reprodução/Gamers Hell)Power Rangers Wild Force no GBA (Foto: Reprodução/Gamers Hell)
Power Rangers Ninja Storm saiu em 2003 para GBA e PC, com duas versões bem distintas. A de PC era um misto de quebra-cabeça com jogos de apontar e clicar. Na série, os heróis eram ninjas, então a produtora se aproveitou do tema para inserir desafios bem japoneses.
Já a edição de GBA era excelente, com gráficos muito bonitos e uma jogabilidade bem bacana. Não era para menos, já que a sua produção ficou a cargo da Natsume, lembra dela? Pois é, a mesma do “Fighting Edition” que citamos mais acima. No jogo você podia controlar diretamente os heróis, mas até mesmo as batalhas de Zords eram criativas e divertidas, com um sistema único de pressionar botões na hora certa. Um game a ser lembrado.
Power Rangers Ninja Storm tinha luta entre Zords (Foto: Reprodução/Gamers Hell)Power Rangers Ninja Storm tinha luta entre Zords (Foto: Reprodução/Gamers Hell)
O mesmo não pode ser dito de Power Rangers Dino Thunder, lançado em 2004 para GBA, PS2 e GameCube, preparado especialmente para esta temporada, que foi comemorativa. Porém, e infelizmente, a qualidade não foi das melhores. Em Dino Thunder só era possível controlar os Megazords dos personagens, e não os Power Rangers em si.
Uma “falha” bem grave, já que a maior diversão dos jogos anteriores estava em controlar diretamente os heróis. Com o poder do PS2 e do GameCube na época, podíamos esperar algo diferente disso, mas estar no controle apenas dos Zords durante todo o game era um pouco desanimador.
Era possível controlar apenas os Zords em Dino Thunder (Foto: Reprodução/IGN)Era possível controlar apenas os Zords em Dino Thunder (Foto: Reprodução/IGN)
A Era Moderna
A chamada Era Moderna dos Power Rangers rendeu poucos jogos, um deles comemorativo, mas nada que chame tanta a atenção quanto os primeiros da série. Um deles foi Power Rangers S.P.D., de 2005, também exclusivo do GBA. Assim como em Wild Force e Ninja Storm, o game era simples, mas com jogabilidade divertida. Os “Rangers Policiais” foram bem representados neste.
O segundo título desta época foi Power Rangers Super Legends, de 2007 totalmente comemorativo, lançado no PS2, PC e Nintendo DS. O jogo reunia Rangers de diversas temporadas em uma única aventura, com gráficos muito bons e boa jogabilidade. Nele era possível controlar os heróis e também seus robôs.
Power Rangers Super Legends tinha belos gráficos (Foto: Reprodução/AG.Ru)Power Rangers Super Legends tinha belos gráficos (Foto: Reprodução/AG.Ru)
Power Rangers Samurai, uma das temporadas mais recentes, ganhou dois jogos. Um deles saiu em 2011, apenas para Wii, como uma aventura de luta simples, com sistema de fases e ambiente 3D. Apesar de divertido, o game não trazia nada de especial. Já Power Rangers Super Samurai foi um jogo de Xbox 360, lançado em 2012, compatível com o Kinect. Os jogadores podiam realizar movimentos que eram imitados pelos Rangers na tela.
Dispositivos como iPhone e iPad não ficaram de fora da festa e tiveram, entre 2012 e 2013, o lançamento de Power Rangers Legends. Este é uma espécie de aplicativo simples com Rangers antigos, da primeira temporada, em um sistema que lembra, e muito, jogos como Infinity Blade.
O futuro
O que o futuro reserva aos Power Rangers nos jogos de videogame? Atualmente, a série comemora seus 20 anos com a temporada Power Rangers Megaforce, ainda inédita no Brasil. Ela é comemorativa e vai relembrar todas as temporadas anteriores, com direito a Rangers antigos fazendo participações especiais. Ainda não há nenhum jogo anunciado para esta série, mas possivelmente é algo que deve surgir em breve.
Power Rangers Megaforce deve ter jogos em breve (Foto: Divulgação)Power Rangers Megaforce deve receber jogos em breve (Foto: Divulgação)
Para quem não sabe, Power Rangers é uma adaptação americana dos seriados japoneses conhecidos como Super Sentai (Super Equipes). Como os Super Sentai ainda são sucesso na “Terra do Sol Nascente”, é seguro dizer que ainda teremos muitos Rangers pela frente, e quem sabe, também muitos videogames com os heróis de roupas coloridas.
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Executivo da Epic Games diz que PS4 é o PC perfeito para jogos



Para Mark Rein, Sony acertou em requisitos da máquina e acha que MS seguirá os passos
Mark Rein, vice-presidente da Epic Games, considera o PlayStation 4 um computador perfeito para jogos.
Em entrevista ao site CVG, o executivo explicou que a decisão da Sony em usar componentes avançados – que só em memória é 16 vezes superior ao PS3 – deixará para trás muitos computadores e dará mais liberdade aos desenvolvedores.
Quanto à Microsoft, Rein acredita que o sucessor do Xbox 360 trará especificações grandiosas como seu concorrente.
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Disney fecha estúdio LucasArts, cancela games e demite funcionários


Jogos 'Star Wars 1313' e 'Star Wars: First Assault' foram cancelados.
Mais de 150 funcionários foram demitidos; Disney diz que usará marca.

Do G1, em São Paulo
'Day of the Tentacle', game de adventure clássico da década de 1990, é gênero do game que a empresa de Schafer quer desenvolver com as doações (Foto: Divulgação)'Day of the Tentacle', game de adventure clássico da
década de 1990, foi um dos maiores sucessos da
LucasArts (Foto: Divulgação)
A Disney fechou nesta quarta-feira (3) o famoso estídio LucasArts, responsável por jogos da série "Star Wars" e por games clássicos do gênero "adventure", de aventura, da década de 1990.
Com o fechamento do estúdio, dois jogos que já estavam em estado avançado de desenvolvimento, "Star Wars 1313", para PC e nova geração de consoles, e "Star Wars: First Assault", game de tiro, foram cancelados. Mais de 150 pessoas foram demitidas, segundo o site "Kotaku".
"Após avaliar nossa posição no mercado de games, decidimos mudar a LucasArts de produtora de games interna para um modelo de licenciamento de marca, minimizando os riscos da companhia enquanto busca um portfolio de qualidade com os jogos baseados em 'Star Wars'", diz comunicado da Disney. "Como resultado desta decisão, tivemos que demitir empregados da nossa organização".
A Disney comprou a LucasFilm em outubro de 2012 por US$ 4 bilhões, adquirindo, também o estúdio de games LucasArts. Com a aquisição, a empresa lançará novos filmes da saga "Star Wars" a partir de 2015.
Criada em 1982 como um grupo da LucasFilm, empresa de George Lucas, criador da saga "Star Wars", a LucasArts foi uma das produtoras de jogos mais populares da década de 1990, produzindo jogos clássicos da saga "Star Wars" como "Rebel Assault", "X-Wing vs. Tie Fighter", "Star Wars: Dark Forces", "Star Wars: The Force Unleashed". A empresa ainda fez jogos baseados na franquia Indiana Jones como "Indiana Jones and the Fate of Atlantis" e títulos do gênero adventure como "The Secret of Monkey Island", "Full Throtle" e "Day of the Tentacle" - jogos com muito humor e quebra-cabeças para o jogador resolver.
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