sábado, 11 de maio de 2013
Plants Vs. Zombies chega ao Facebook em 20 de maio
Por Christian Costa
• sábado, 11 de maio de 2013
Divulgação
PvZ Adventures: perspectiva isométrica e novos personagens
São Paulo - Plants Vs. Zombies Adventures, a versão social do jogo de estratégia em que plantas são recrutadas para impedir uma invasão zumbi, chegará ao Facebook no próximo dia 20. Atualmente, o título ainda está em fase beta.
Diferente da versão comum do jogo, Adventures terá perspectiva isométrica (ao modo de games como Diablo e Final Fantasy Tactics, por exemplo) e, de acordo com a desenvolvedora PopCap, "será "altamente acessível" ao público do Facebook.
Segundo o comunicado da empresa, o game "levará os jogadores além do quintal", sugerindo uma troca mais constante de cenários do que no jogo original.
O estúdio promete também novos zumbis e plantas, além de novas formas de "obter, cultivar e posicionar" os defensores vegetais nos cenários.
Os jogadores terão opção também de enviar hordas de zumbis para seus amigos pelo Facebook, aproveitando a característica social do jogo, além de poder competir por melhores posições no ranking.
Além desta versão social do jogo, a EA planeja uma sequência para o game principal. Plants Vs. Zombies 2 deve chegar ao mercado em julho.
Ex-apresentador do SBT é assaltado e agredido após sair de restaurante em São Paulo
Na madrugada desta sexta-feira (10/5), o apresentador Yudi Tamashiro (20), do SBT, foi assaltado e agredido enquanto saía de um restaurante japonês na zona sul de São Paulo. Os assaltantes levaram a BMW do apresentador, um relógio, um casaco e um celular.
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Segundo o G1, os seis assaltantes estavam armados e três deles aparentavam ter menos de 18 anos.
Crédito:Divulgação
Apresentador sofreu violência dos assaltantes
Segundo o G1, os seis assaltantes estavam armados e três deles aparentavam ter menos de 18 anos.
“Um dos criminosos apontou a arma no meu peito, estava muito louco, parecia drogado. Achei que o moleque iria atirar em mim, que fosse morrer. Não conseguia tirar o relógio do pulso. Um outro bandido impediu. Depois, me agrediu com uma bicuda, chutes”, disse Yudi, que registrou o assalto no 15º Distrito Policial, no Itaim Bibi, na Zona Sul.
A prima do apresentador e sua amiga também estavam presentes durante o assalto. “Levaram celulares e dinheiro delas também. Queriam sequestrar minha amiga, mas desistiram”, afirmou o apresentador.
"Os investigadores vão às ruas tentar localizar câmeras de segurança que possam ter gravado o assalto", afirmou o delegado Valter Sérgio de Abreu, titular do 15º DP.
sexta-feira, 10 de maio de 2013
'Grand Theft Auto V' será legendado em português
Anúncio foi feito pela Sony e vale para a versão de PS3 do game.
Este é o primeiro jogo da série a ser legendado em português.
Gustavo PetróDo G1, em São Paulo
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O aguardado game "Grand Theft Auto V" será legendado em português quando o jogo for lançado no Brasil em setembro. O anúncio foi feito pela Sony durante o anúncio da fabricação do PlayStation 3 no país nesta terça-feira (7). Não foi revelado se a versão do Xbox 360 será legendada.
Este é o primeiro jogo da franquia "GTA" a ser legendado em português. Durante o evento, a Sony exibiu vídeos do jogo já legendado, em que até os palavrões eram ditos em português.
Sucesso e polêmica
"GTA V" tem previsão de lançamento para PlayStation 3 e Xbox 360 para 17 de setembro - a data inicial era de o game chegar em maio. Além da série "GTA", a Rockstar tem no currículo outros games que apresentam muitas horas de jogo e grande quantidade de conteúdo como "Red Dead Redemption", "Max Payne 3", "Bully" e "L.A. Noire".
"GTA V" tem previsão de lançamento para PlayStation 3 e Xbox 360 para 17 de setembro - a data inicial era de o game chegar em maio. Além da série "GTA", a Rockstar tem no currículo outros games que apresentam muitas horas de jogo e grande quantidade de conteúdo como "Red Dead Redemption", "Max Payne 3", "Bully" e "L.A. Noire".
O principal objetivo do game será "a busca pelo precioso dólar". Pela primeira vez, os gamers poderão controlar três personagens em um game da série "GTA".
O novo jogo se passa na cidade fictícia de Los Santos, que é inspirada em Los Angeles. Os "heróis" do game, que receberam nomes de Michael, Trevor e Franklin, terão características únicas e alternar entre eles permite viajar pela gigantesca cidade.
Cada um deles apresenta personalidade, habilidade e grupos de amigos para interagir diferentes. Eles podem trabalhar juntos em uma missão, com o jogador podendo escolher com qual jogar - cada um deles fará uma tarefa diferente. Quando não estão sendo controlados saem pela cidade para "continuar com sua vida".
Acidade de Los Santos e arredores será gigante, com um tamanho das áreas das cidades dos games "Red Dead Redemption", "GTA: San Andreas" e "GTA IV" combinadas. Há locais montanhosos, florestas, uma base militar e o fundo do oceano para serem explorados.
No início de abril, a Rockstar divulgou a capa de "GTA V". A imagem segue o padrão de capa dos outros jogos da série, mostrando os personagens em cenas de missões que ocorrem dentro do game e que também mostra qual será o clima da história do jogo.
Games: DICE ficou desanimada com motor Frostbite 2 no Wii U
A produtora de games DICE ficou desapontada com o desempenho do Wii U ao rodar o motor gráfico Frostbite 2 no novo console da Nintendo. Johan Andersson, responsável técnico pelo renderizador, disse no Twitter que os resultados não foi “promissor”.
“O Frostbite 3 nunca rodou no Wii U. Fizemos alguns testes com o Frostbite 2 que não tiveram resultados promissores. Então decidimos não percorrer esse caminho”, escreveu na rede social.
Além disso, o diretor anunciou que os próximo jogos da saga Star Wars, que serão produzidos pela Electronic Arts, usarão o Frostbite 3.
A DICE é uma produtora sueca responsável pelos títulos de Battlefield, Mirror’s Edge, entre outros.
Virada Cultural de SP terá festival de games criados no Brasil
Festival Games Brasil ocorre no MIS e tem entrada gratuita.
Além de games, mostra traz jogos de carta e de tabuleiro.
Do G1, em São Paulo
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estarão na exposição do MIS
(Foto: Divulgação/Tawstudio)
A Virada Cultural 2013 terá 24 horas de eventos em 120 locais na cidade de São Paulo no final de semana do sábado (18) e domingo (19). Para os fãs de videogame, uma mostra chamada Festival Games Brasil trará diversos jogos eletrônicos feitos no Brasil como "Dungeon Land", "Toren", "Knights of Pen and Paper", "Oniken" e Mr. Bree".
Esta é a primeira vez que o festival de jogos brasileiros é realizado.
Os games estarão disponíveis para o público jogar no Museu da Imagem e do Som (MIS) a partir do sábado, das 10h às 16h - no domingo, o horário será o mesmo. Além deles, jogos de tabuleiro e de cartas poderão ser jogados no local.
saiba mais
Segundo o MIS, o acervo da exposição poderá ser jogada no local até o dia 2 de junho.
O evento é uma iniciativa da IGDA (International Game Developers Association), uma organização mundial de desenvolvedores de jogos.
Serviço
O que é: Festival Games Brasil
Quando: 18 e 19 de maio, das 10h às 16h; após o dia 19 de maio, no horário de funcionamento do MIS, que é de terças a sextas, das 12h às 22h e sábados, domingos e feriados, das 11h às 21h.
Onde: no Museu da Imagem e do Som (MIS), na Av. Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo.
Quanto: a entrada é gratuita.
O evento é uma iniciativa da IGDA (International Game Developers Association), uma organização mundial de desenvolvedores de jogos.
Serviço
O que é: Festival Games Brasil
Quando: 18 e 19 de maio, das 10h às 16h; após o dia 19 de maio, no horário de funcionamento do MIS, que é de terças a sextas, das 12h às 22h e sábados, domingos e feriados, das 11h às 21h.
Onde: no Museu da Imagem e do Som (MIS), na Av. Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo.
Quanto: a entrada é gratuita.
Petições inusitadas invadem a internet
Conheça alguns dos abaixo-assinados mais curiosos na rede.
BBC
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À sombra de abaixo-assinados virtuais que reivindicam a renúncia de políticos acusados de corrupção ou o fim do desmatamento de florestas, há, na rede, milhares de outras petições com pleitos curiosos e inusitados.
que o hino brasileiro seja substituído por uma
música da banda (Foto: Getty Images/BBC)
Os temas das campanhas variam desde a construção da 'Estrela da Morte', a gigantesca estação espacial do filme Guerra nas Estrelas, à reanexação do Brasil a Portugal.
Confira algumas.
Estrela da Morte
No final do ano passado, a Casa Branca recebeu uma petição que reivindicava a construção da Estrela da Morte, a gigantesca estação espacial do filme Guerra nas Estrelas, capaz de aniquilar planetas.
A proposta foi pensada como uma alternativa para os Estados Unidos contornar a crise e reaquecer a economia do país.
Como o número de pessoas que aderiu à causa foi alto, o governo americano teve de elaborar uma resposta, assinada pelo chefe do Departamento de Ciência e Espaço da Presidência dos EUA, Paul Shawcross.
A resposta, carregada de ironia, foi negativa. Pelos cálculos de Shawcross, a Estrela da Morte custaria US$ 850 quadrilhões, o que, ao fim e ao cabo, ampliaria o déficit americano, causando maior desemprego.
Metallica
Em abril deste ano, um fã brasileiro da banda de rock Metallica endereçou um abaixo-assinado à presidente Dilma Rousseff pedindo que o hino brasileiro seja substituído pela canção Justice for All do grupo americano.
Segundo ele, o hino brasileiro, apesar de sua música linda, possui uma letra 'que raros brasileiros entendem'.
'Seu vocabulário arcaico e rebuscado faz com que os brasileiros simplesmente cantem o hino por cantar, sem entender o que estão falando', completa o usuário.
'Justice for All, do Metallica, é escrito em bom inglês, a língua universal dos dias de hoje, e traz uma letra marcante que clama por justiça', acrescenta.
Até agora, a petição obteve pouco mais de 9 mil assinaturas.
Portugal
Em abaixo-assinado destinado à presidente Dilma Rousseff e ao primeiro-ministro de Portugal, Cavaco Silva, um usuário advoga pela 'devolução do Brasil' à sua ex-metrópole.
Ele argumenta que, enquanto Portugal 'ainda não se livrou da crise financeira', o Brasil 'sofre por um ser um país periférico sem acesso e contato com o Velho Continente'.
O convite à reanexação teve pouco mais de 300 assinaturas desde que foi criado, no final de abril.
Fumaça preta
Durante o conclave da Igreja Católica que escolheu o novo papa Francisco, um usuário lançou um abaixo-assinado pedindo o fim do que chamou de 'racismo na simbologia do Habemus Papam'.
Segundo sua justificativa, a petição propunha rever 'o simbolismo da Fumaça preta que é solta pelo Vaticano durante o conclave para simbolizar um aspecto negativo (a não escolha de um novo papa), e a Fumaça Branca para simbolizar um aspecto positivo (a escolha de um novo Papa).
'Fica claro que existe um racismo histórico implícito nessa ação. Queremos o fim da associação forçada entre a cor preta e o que é negativo'.
A petição obteve apenas 67 assinaturas.
Games
Uma petição encabeçada pela Associação Comercial, Industrial e Cultural dos jogos eletrônicos do Brasil (ACIGAMES) pede à ministra da Cultura, Marta Suplicy, a inclusão dos games no vale-cultura.
Segundo o presidente da entidade, Moacyr Alves Júnior, Suplicy autorizou 'que o dinheiro investido na produção de games seja deduzido do imposto de renda como investimento em cultura, mas não quer que o brasileiro possa comprar games com o Vale-Cultura. Isso é um contrassenso'.
Como forma de protesto, um dos estúdios de produção de jogos eletrônicos criou um game em que o usuário tem de acertar um alvo com a palavra 'cultura', porém, é impedido por um boneco que imita a ministra.
Até agora, o abaixo-assinado já obteve cerca de 8 mil assinaturas.
Brasil vive boom de petições virtuais
Principais plataformas de abaixo-assinados online têm versões em português; já são mais de 4,5 milhões de membros no país.
BBC
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Em março deste ano, a estudante de arquitetura Charline Carelli, de 22 anos, recebeu com um misto de nervosismo e ansiedade a notícia de que um vereador de Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina, onde mora, propunha um projeto de lei para limitar a circulação de bicicletas na cidade.
Ciclista assídua, a jovem catarinense decidiu protestar. Mas, em vez de organizar uma manifestação nos moldes tradicionais, optou por verbalizar sua revolta no mundo virtual, criando um abaixo-assinado online.
Em poucas semanas, veio a surpresa. O pleito coletou mais de 6 mil assinaturas, mobilizando a comunidade local e enterrando de vez a restrição às magrelas.
Carelli faz parte de uma leva de milhares de brasileiros que encontrou na internet uma nova forma de ativismo: as petições virtuais.
A iniciativa, que substitui as assinaturas físicas por cliques, vem ganhando espaço no Brasil, impulsionada, entre outros fatores, pelo avanço na quantidade de pessoas com acesso à rede, que já são mais de 100 milhões no país.
Os números comprovam a força do fenômeno como instrumento de pressão. Duas das principais plataformas de petições online do mundo, a Avaaz e a Change, já possuem versões em português e juntas contabilizam mais de 4,5 milhões de usuários no país.
Além disso, o número de abaixo-assinados criados e firmados já cresce no Brasil a taxas superiores às de outros países.
Nos últimos seis meses, por exemplo, a Avaaz, vertida para o português em 2007, registrou um volume de petições encabeçadas por brasileiros duas vezes maior do que no período imediatamente anterior. Com 3,7 milhões de membros, o Brasil também é o país com o maior número de usuários do site, à frente da França, Espanha e Estados Unidos.
Já o número de abaixo-assinados hospedados na Change, que desembarcou no país em outubro do ano passado, cresce a uma taxa mensal de 35%, segundo seus organizadores. No último mês, o país ultrapassou, em número de usuários, Índia, México e Rússia. São 800 mil brasileiros cadastrados atualmente na plataforma.
Vocação política
Na opinião de Pedro Abramovay, ex-secretário nacional de Justiça e diretor da Avaaz no Brasil, as recentes vitórias obtidas pelos usuários brasileiros - da neta que pediu um encontro de sua avó doente com seu ídolo à aprovação da lei Ficha Limpa no Congresso Nacional - este último com 2 milhões de assinaturas, físicas e virtuais - não só revelam uma mudança nos mecanismos tradicionais de mobilização social, como também fortalecem a democracia.
'Ao assinar e compartilhar uma petição online, o usuário está manifestando sua vocação política entre seus amigos, o que amplia a discussão e fortalece o ambiente democrático', disse Abramovay à BBC Brasil.
'Além disso, a internet encurtou a distância para que os pleitos da população sejam atingidos. Se antigamente eram necessários intermediários, como associações ou sindicatos, hoje qualquer um pode mobilizar seus pares de forma muito mais rápida para fazer valer seus interesses'.
'Não há dúvida de que essa nova forma de mobilização também tenha um impacto político. Ainda que nessa área os resultados nem sempre sejam positivos, como no abaixo-assinado que pedia a renúncia de Renan Calheiros da presidência do Senado, a manifestação mostrou, acima de tudo, que os brasileiros não são tolerantes com a corrupção'.
Para ele, os abaixo-assinados não substituem, mas complementam as manifestações públicas.
'A Avaaz, por exemplo, está presente em Brasília. Nosso trabalho é muito mais fora do que dentro da internet. Dependendo da importância da petição de nossos membros, nós acompanhamos a entrega simbólica aos envolvidos e registramos de perto o desenrolar dos fatos. É errado pensar que a política feita pela internet é menos política'.
A afirmação vai na direção contrária de setores da sociedade que temem que os abaixo-assinados online consolidem o chamado 'ativismo de sofá', termo cunhado para descrever mobilizações feitas na internet. Na avaliação desses grupos, as manifestações virtuais enfraqueceriam as formas tradicionais de protesto, consideradas mais bem sucedidas.
Vitórias e derrotas
Alheio às controvérsias, os criadores dos abaixo-assinados colecionam muitas histórias de sucesso e algumas derrotas.
Com uma inclinação mais política, a Avaaz, que se define como uma comunidade de mobilização online e não apenas uma plataforma de petições, credita à pressão de seus membros o veto parcial da presidente Dilma Rousseff ao Código Florestal e a aprovação da lei da Ficha Limpa.
Porém, as petições que reivindicavam as renúncias de Renan Calheiros, presidente do Senado, e de Marcos Feliciano, presidente da Câmara de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, com 1,6 milhão e 473 mil assinaturas, respectivamente, não atingiram totalmente seus objetivos por ora, apesar de entregues.
Já a Change, que diz não moderar as campanhas, permitindo, inclusive, petições opostas, também colheu os louros de sua recém-inaugurada trajetória no Brasil.
Em janeiro deste ano, o produtor cultural Artur de Leos, de 30 anos, conseguiu convencer o site de comparação de preços Buscapé a limar de suas buscas lojas virtuais não recomendadas pelo Procon.
Fora do Brasil, após uma petição assinada por mais de 2 milhões de pessoas, a Justiça da Flórida acusou formalmente o vigia comunitário que matou Trayvon Martin, de 17 anos, ao confundi-lo com um assaltante. Martin, que era negro, foi baleado quando saía de uma loja de conveniência, onde havia comprado balas.
'Nosso objetivo é ajudar a potencializar as campanhas de nossos membros, sem determinar o que é relevante ou não', afirmou à BBC Brasil Graziela Tanaka, diretora de campanhas da Change no Brasil.
Valor jurídico
Apesar de serem consideradas instrumentos de pressão popular, as petições virtuais não têm valor jurídico, segundo advogados especializados em direito digital consultados pela BBC Brasil.
'Por ora, no entanto, não há garantia jurídica pois a lei não reconhece o click', completa o Renato Ópice Blum, advogado e professor de Direito da FGV-SP.
As petições online não têm o reconhecimento oficial, previsto por lei, que abaixo-assinados convencionais têm e que permite que estes sejam submetidos à apreciação de instâncias do Legislativo.
Atualmente, segundo o artigo 61 da Constituição, uma 'iniciativa popular pode ser exercida pela apresentação à Câmara dos Deputados do projeto de lei subscrito por, no mínimo, um por cento do eleitorado nacional, distribuído pelo menos por cinco Estados, com não menos de três décimos por cento dos eleitores de cada um deles'.
Na visão dos especialistas, o problema do abaixo-assinado online é a impossibilidade de garantir a autenticidade e a ocorrência de duplicidade das assinaturas.
Em sites como Avaaz ou Change, a adesão a uma causa usa o próprio e-mail personalizado como forma de autenticação.
'Para evitar fraudes, seria necessário uma espécie de certificado digital, um mecanismo que nós advogados usamos para protocolar petições, por exemplo', diz a advogada Cristina Sleiman.










