segunda-feira, 10 de abril de 2017
Thor: Ragnarok ganha seu primeiro trailer legendado
Além de Chris Hemsworth, Tom Hiddleston e Mark Ruffalo, Thor - Ragnarok terá Idris Elba novamente como Heimdall e Anthony Hopkins aparecerá como Odin. A vilão Hela é vivida por Cate Blanchett e Tessa Thompson é uma das novidades no elenco como Valquíria, enquanto Jeff Goldblum vive o Grão-Mestre.
A produção dirigida por Taika Waititi chega aos cinemas em 2 de novembro.
O remake de Crash Bandicoot vem aí...
Boas notícias para quem quer ver mais do trailer de Crash Bandicoot N. Sane Trilogy. O game acaba de receber um novo vídeo de jogabilidade, feito pelo canal Inside PlayStation, mostrando um pouco do adorado mascote em suas passagens por cenários clássicos da série.
Além de pular plataformas em ruínas astecas e evitar piscinas de lixo industrial, Crash também é mostrado brincando em seu hoverboard e até brincando com um pouco de seu poder de invencibilidade. Pular em hipopótamos e evitar armadilhas naquelas famosas esteiras dos games do gênero, obviamente, não poderia faltar.
Mais interessante do que isso, porém, é o fato de que o vídeo mostra toda a beleza de Crash Bandicoot em qualidade 4K. Logo, é uma ótima oportunidade para quem quer ver como está o visual do título em detalhes – e uma boa notícia para quem quer tirar proveito de altíssimas resoluções com a ajuda de seu PS4 Pro.
Infelizmente, não espere ter muitas informações sobre o vídeo em si, já que todo o gameplay é narrado em alemão. Não que isso faça muita diferença, pois o que importa mesmo é ver a jogatina.
Crash Bandicoot N. Sane Trilogy é uma exclusividade temporária do PS4. Embora ainda não tenha uma data oficial para seu lançamento em outras plataformas (nem outros consoles anunciados, no momento), o game já foi confirmado no aparelho da Sony para o dia 30 de junho deste ano.
Projeto Scorpio, microsoft tem tudo para brilhar com o novo console
Desde o ano passado, o Project Scorpio mostrou uma possibilidade aos jogadores que, possivelmente, nem eles sabiam que queriam tanto: um console intermediário que rode tudo o que o outro consegue, mas com uma qualidade superior. Afinal, tanto o Xbox One quanto o PlayStation 4 cometeram um erro nessa geração que não foi tão forte na passada: lançar um hardware que, quando comparado ao mundo do PC, se mostrou defasado mais rápido do que o previsto aos olhos dos jogadores e da indústria.
Além disso, o Xbox One foi lançado com um hardware levemente inferior ao do PlayStation 4. Sem elogios ou críticas aqui: os números brutos, as resoluções e performance de alguns dos jogos multiplataforma provaram que o Xbox One não tinha o mesmo poder de fogo. Isso não seria necessariamente um problema, como já não o foi em outras gerações mas, infelizmente, nos primeiros anos da geração as comparações gráficas eram contínuas, da mesma forma que o PlayStation 3 também era comparado aos desempenhos superiores do 360 na geração passada, e isso manchou parte do poder do One frente a alguns jogadores.

Portanto, qual é o principal motivo da existência do Project Scorpio? Segundo o próprio Mike Ybarra, vice-presidente do Xbox e Windows, há dois motivos principais: conquistar os desenvolvedores de volta à plataforma e entregar aos fãs sedentos por desempenho a opção de um console premium que possa liderar as tecnologias atuais nos consoles.
Microsoft <3 desenvolvedores:="" uma="" reaproxima="" o="" h2="">
De acordo com Mike Ybarra, a equipe sentou e olhou para o próprio passado do Xbox. Na última geração, os desenvolvedores adoravam o ambiente oferecido pelo 360. Uma arquitetura fácil de lidar e um hardware forte suficiente para aguentar anos ao lado dos computadores da época. Contudo, o Xbox One perdeu muito disso depois de um tempo.
“Com o Xbox 360, nós tivemos absolutamente a melhor plataforma para desenvolvedoras. Com o Xbox One, nós meio que perdemos isso em uma janela de dois anos, então nos perguntamos: ‘como nós conquistamos as mentes desses desenvolvedores de volta?”, explicou Ybarra ao Eurogamer.

O Xbox 360 teve muito mais suporte dos desenvolvedores
O que a Microsoft pode oferecer agora com o Scorpio aos desenvolvedores é um ambiente em que eles tenham o máximo de facilidades e familiaridades possível, aliado a ainda mais poder do que sua máquina original. Veja o exemplo do PlayStation 3: com uma arquitetura complexa, várias desenvolvedoras tiveram dificuldades em otimizar seus jogos e, muitas vezes, se negaram a produzir games para o console, como a Valve, que deixou alguns títulos de fora. A arquitetura Cell de multi-núcleos independentes do aparelho pesava na otimização dos jogos.
Com o Project Scorpio, as produtoras terão um conjunto muito mais poderoso para criar, mesmo que ainda tenham que adaptar suas criações para funcionarem no One original, já nas mãos de milhares de jogadores, o processo de trabalho é mais fluido ao se ter mais processamento.
A arquitetura familiar, o poder de fogo do Project Scorpio e os desenvolvedores mais próximos da marca são ideais para criar terreno favorável
“Nós temos que ganhar o coração e as mentes dos desenvolvedores. Nós temos que ter as melhores ferramentas e deixá-los trazerem seus jogos para toda a família de produtos que temos, tudo para que eles criem a melhor versão do jogo possível”, diz Mike Ybarra. Isso leva a outro ponto do Project Scorpio: jogos. Mas falaremos disso em breve.
Um risco a ser tomado? A Microsoft quer apostar em coisas novas
Convenhamos: muita gente estranha até hoje a existência de produtos como o PlayStation 4 Pro e o Project Scorpio. Os consoles de meio de geração eram ideias impensáveis e, de certa forma, desnecessárias até pouco tempo atrás. Contudo, uma grande parte dos gamers gostou da ideia de um upgrade para prolongar a atual geração.
Tanto a Sony quanto a Microsoft estão entrando na vanguarda do que pode ser um novo modelo de negócios. Apesar de muitas pesquisas justificarem o sucesso dessa nova fórmula, muita coisa pode dar errada ou o resultado pode não ser como o esperado. O PS4 Pro entregou muitas promessas de forma atravessada, especialmente os jogos com desempenho pior que no original ou o 4k escalonado. Mesmo assim, a Microsoft acredita bastante no potencial do Project Scorpio e pretende seguir um caminho diferente.

Project Scorpio
“Eu penso externamente, quando você olha para a indústria... os consumidores, eles mudaram muito. Quando você pensa em telefones, os consumidores estão comprando celulares com mais frequência do que nunca. A expectativa de tecnologia deles é que eles não precisam mais esperar por ela. Ela [tecnologia] está imediatamente na frente deles e eles esperam que todos os outros produtos sejam assim também”, disse Ybarra ao Eurogamer.
“A mesma coisa acontece com as TVs 4K. Essa nova tecnologia foi uma das mais procuradas nas vendas do final de 2016. As pessoas estão esperando e querendo consumir essas novas TVs mais rápido do que qualquer coisa que eu tenha visto. Mas quando pensamos no ramo de consoles, há um conflito: você compra um produto e fica com ele pelos próximos cinco ou sete anos. Por mais que os desenvolvedores tirem mais proveito com o tempo, pouca coisa muda, você está preso com aquela mesma ‘caixa’ por muito tempo”, explicou o executivo.
Os consumidores desejam ter produtos atualizados mais rapidamente, como TVs 4K e smartphones. Agora, só falta os consoles
Em outras palavras e de uma forma resumida: cada vez mais os consumidores buscam melhorias drásticas em um período curto. Entretanto, um console demora anos para ser atualizado, algo que, se os padrões de hoje se aplicarem aos video games, pode “enjoar” os gamers. E, por mais incrível que pareça, a decisão de trazer o Project Scorpio não foi apenas para consertar os erros do próprio Xbox One. A equipe da Microsoft já conversa e especula há muitos anos como mudar o ciclo de consoles.
“Os consumidores nos dizem que querem a tecnologia de ponta e a última experiência disponível no mercado, mas isso não se reflete no nosso modelo tradicional de consoles. Quando isso acontece, temos que parar, pensar e nos preparar para tomar riscos”, disse Ybarra. Basicamente: se um consumidor quer jogar algo em 4K em 2017, não será em um hardware de video game de 2013. E aí mora o problema do atual modelo de negócios, que acabou colocando o PC em foco mais uma vez na indústria.

O Project Scorpio é quase perfeito na teoria, mas falta algo: jogos de peso
Agora é o momento do contraponto. Conforme ressaltado pelo Polygon e alguns outros veículos internacionais, o Project Scorpio está se aproximando muito dos desenvolvedores mais uma vez e oferecendo um ambiente perfeito para desenvolvimento, mas ainda faltam jogos de peso que justifiquem a compra do console.
A Microsoft tem muitos títulos excelentes na biblioteca, mas nos últimos meses veio com poucas grandes novidades lançadas na plataforma. Já as principais promessas futuras, ainda contam com pouquíssimos detalhes, como é o caso de Crackdown 3. A empresa teve um ótimo final de ano em 2016, mas 2017 começou parado, talvez guardando bala para o futuro. Para lutar e vencer essa briga, o Project Scorpio precisa de munição.

Forza é ótimo, mas queremos mais
Forza é uma franquia de longa data e que todos adoramos e será maravilhoso ver o game rodando a lindíssimos 4K e 60 fps. Contudo, é preciso ter mais. A Microsoft chegou com os dois pés no peito, com um console brutal e um hardware de dar inveja, mas isso precisa ser casado com uma nova leva de games que mostre que o novo console pode ser a melhor opção do mercado.
A Microsoft precisa apresentar jogos de peso que façam inveja e absurdos para completar o pacote
Vamos pegar o Switch como exemplo: mesmo tendo apenas o Zelda como um grande lançamento (e saindo simultaneamente no Wii U), o jogo foi tão bom que, praticamente sozinho, fez o portátil esgotar em todas as redes varejistas do mundo todo. Agora, o que falta para o Scorpio é algo parecido. Mas vale lembrar: a E3 está logo aí e pode trazer munição de alto calibre para esse novo console.
O Scorpio é um canhão! Agora, Microsoft: venha armada até os dentes para a E3
Sim, claro: estamos colocando o carro na frente dos bois aqui. Acontece que, agora que os desenvolvedores aprovaram as novidades da Microsoft e estão ainda mais próximos da marca, podemos dar um palpite e um tiro no escuro ousado, porém bem plausível: acreditamos que a E3 reserva muitas surpresas boas para a biblioteca do Xbox One e, por tabela, o Project Scorpio.
É incerto dizer que muitos títulos serão anunciados, não temos como prever. Mas uma coisa é clara: as chances apontam mais para um evento recheado de novos games a ser anunciados. A Microsoft está com a faca e o queijo na mão. A parte de hardware foi bem aceita por consumidores e desenvolvedores. Agora, só falta mostrar o fator decisivo: os jogos que farão todo mundo querer um Scorpio.
O Project Scorpio é espetacular. O que falta para fechar a fórmula? O anúncio de muitos jogos na E3
Essa calma de agora precisa se transformar em uma verdadeira tempestade durante a E3, com disparos e explosões. Nós torcemos muito para que esse seja o caso: descrever as especificações técnicas agora (para não gastar tempo de palco na E3) e ter um início de 2017 brando e um terceiro e quarto trimestre avassaladores.
terça-feira, 11 de outubro de 2016
Playboy anuncia votação para capa da edição com Nyvi Estephan
Após a estrondosa repercussão que o anúncio da próxima capa da Playboy teve, com a youtuber gamer Nyvi Estephan na capa, a revista, em sua edição comemorativa aos 41 anos de existência, vai oferecer a possibilidade de escolha da capa da publicação. Os leitores poderão ajudar a escolher a foto que vai estampar a frente da revista nas bancas. A edição será lançada no próximo dia 25.
Para Nyvi, estar na Playboy é um sentimento difícil de descrever. “Estamos na era das mulheres empoderadas, que sabem o que querem e são donas de seus destinos e corpos, acredito ser esse o maior requisito de uma Playmate. No mais, para mim, é uma grande honra estrelar uma capa para a revista”, conta a apresentadora.
A votação estará aberta até as 23h59 do dia 12 outubro, quarta-feira, no site da Playboy Brasil, através deste link.
Notáveis da internet
Para marcar a chegada do mundo Playboy à era digital, a publicação reuniu grandes estrelas da internet em uma edição especial, que é encabeçado pela apresentadora gamer Nyvi Estephan.
O time conta ainda com nomes famosos na rede, entre eles Ju Romano, Thássia Naves, Foquinha, Felipe Titto e o fotógrafo Cesinha. Na moda, Klebber Toledo apresenta visuais com roupa jeans.
O que você achou da possibilidade de escolher a capa de Nyvi Estephan na próxima edição da Playboy? Conte para nós a seguir.
Fonte: Tecmundo
quinta-feira, 19 de maio de 2016
TECHLAND ESTÁ DESENVOLVENDO NOVOS GAMES, POSSIVELMENTE DYING LIGHT 2
Um deles é um jogo de fantasia em mundo aberto
POR MATT PORTER
Techland, estúdio responsável pelas franquias apocalípticas Dead Island e Dying Light, está atualmente trabalhando em dois games inéditos.
De acordo com o Eurogamer, um destes projetos será uma nova propriedade intelectual que está em desenvolvimento em Warsaw, na Polônia, e será ambientado em um mundo aberto com elementos de RPG. Assim como a maioria dos outros games da Techland, este contará com um multiplayer cooperativo e uma campanha single-player.
O Eurogamer questionou o presidente da Techland, Paweł Marchewka, sobre a possibilidade de um novo Dead Island, que por sua vez respondeu: "Não... Conversamos sobre isso mas acho que Dying Light e [o até então não anunciado] Dying Light são games que...". "A franquia Dying Light é mais importante para nós", completou a gerente de PR, Anna Lada-Grodzicka.
Enquanto nada foi oficialmente confirmado, Marchewka preferiu não afirmar se o segundo game em desenvolvimento é de fato Dying Light 2. Ele disse que ambos os projetos estão em andamento há pelo menos um ano e que podemos esperar seus respectivos lançamentos daqui a 3 anos.
Sobre Dead Island 2, o game estava originalmente aos cuidados do estúdio Yager, mas foi removido em 2015. Desde março de 2016, o jogo está em desenvolvimento pela Sumo Digital.
Matt Porter é freelancer no IGN UK. Você pode segui-lo no Twitter.
Sem Global Games no Brasil em 2016, NBA cogita jogo na Arena da Baixada
Vice-presidente da NBA no Brasil, Arnon de Mello diz que Olimpíadas terão mais de 100 atletas da liga americana e diz que levar jogo para o estádio no futuro é alternativa
A pré-temporada da NBA não irá desembarcar no Brasil este ano. Com a realização das Olimpíadas do Rio de Janeiro, a liga americana de basquete confirmou que a edição 2016 do NBA Global Games não será realizada. O calendário apertado por conta dos Jogos Olímpicos, que contam com quase 80% dos jogadores atuando na NBA, fez a entidade entender que não seria interessante trazer um duelo para o Brasil sem prejudicar a próxima temporada. Além disso, existiria a dificuldade de organizar o evento numa arena que até 20 dias antes estaria entregue ao Comitê Rio 2016, no caso da Arena da Barra, na Cidade Maravilhosa.
- Esse ano teremos o maior Global Games que poderiam ter, que são as Olimpíadas. Por esse motivo e não por outro, não teremos o jogo da NBA. Mas, teremos mais de 100 atletas da NBA no país jogando as Olimpíadas. Por isso, não vimos a necessidade de trazer um jogo tão próximo das Olimpíadas - explicou Arnon de Mello, vice-presidente da NBA no Brasil.
Apesar disso, Arnon de Mello, vice-presidente da NBA Brasil, já pensa nas próximas edições. E não descartou a possibilidade de levar o jogo para outras praças, como a Arena da Baixada, estádio do Atlético-PR, em Curitiba, com teto retrátil e capacidade para 42 mil pessoas. Em 2010, a NBA realizou o All-Star Game no estádio do Dallas Cowboys, da NFL, para um público recorde de quase 92 mil pessoas.
- Estamos estudando outros locais. Eu não fui no evento do UFC, neste último fim de semana, mas quero visitar lá, acho que é uma possibilidade sim. Ela estando fechada e sendo climatizada, já é um grande avanço. Poderia ser lá sim, mas tenho que visitar antes para ver. Além disso, temos uma arena também, quase finalizada, em Fortaleza. Ainda não foi inaugurada, mas ali também seria uma possibilidade. Está melhorando, mas precisamos melhorar ainda mais - garante Arnon.
A falta de um ginásio moderno em São Paulo também foram lamentadas por Arnon. Ele lembra que os dois melhores ginásios do Brasil estão no Rio de Janeiro e distantes apenas 50 metros um do outro. A Arena da Barra recebeu as outras três edições do Global Games Brasil, com Washington Wizards x Chicago Bulls, Cleveland Cavaliers x Miami Heat e depois Flamengo x Orlando. Já a Arena Carioca 1, recém-inaugurada, irá receber os jogos de basquete nas Olimpíadas. Ambas ficam no Parque Olímpico do Rio 2016, na Barra da Tijuca.
- Ginásio é uma preocupação minha desde que abrimos o escritório no Brasil. De ter apenas uma arena boa, satisfatória para um evento, um jogo da NBA, que é a Arena da Barra. Agora temos outra, que é a Arena Carioca, onde serão realizados os jogos de basquete durante as Olimpíadas. E elas ficam muito próximas. As duas melhores arenas do país estão a 50 metros uma da outra... O ideal seria uma boa arena, para 10, 12 mil pessoas, em São Paulo, na capital - finalizou o dirigente.
E3 2016: SQUARE ENIX REVELA QUAIS GAMES ESTARÃO JOGÁVEIS NO EVENTO
Por Wesley Copeland ---> A Square Enix detalhou alguns dos games que estarão jogáveis na E3 2016, maior feira do mercado de gamesque acontece anualmente nos Estados Unidos. Na lista, destacam-se o novo Deus Exe I Am Setsuna, que terão demonstrações disponíveis no evento. O questionamento de alguns é a ausência de Final Fantasy XV -- pelo menos por enquanto.
Na primeira parte de série de publicações intitulada Road to E3 em seu blog, a companhia confirmou a presença de Deus Ex: Mankind Divided, Hitman, Just Cause 3, Star Ocean: Integrity and Faithlessness assim como I Am Setsuna. Também serão mostrados jogos de sua plataforma indie, conhecida como Collective, entre eles The Turing Test e Black The Fall.
A empresa também planeja criar um show ao vivo para discutir os anúncios da companhia, o qual incluiria entrevistas com os desenvolvedores e a transmissão de demonstrações de jogos.
Para mais sobre a E3 2016, continue no IGN Brasil.
Wesley Copeland é redator freelancer do IGN EUA. Você pode segui-lo no Twitter.











