quinta-feira, 19 de maio de 2016
Batman: Return to Arkham traz dois primeiros games da série remasterizados na Unreal Engine 4
A Warner Bros. anunciou oficialmente Batman: Return to Arkham, uma coleção HD dos dois primeiros jogos da série (que, na verdade, já eram em alta definição). Os games foram remasterizados usando a Unreal Engine 4.
A coleção vai custar US$ 49,99 na América do Norte e £39.99 no Reino Unido. Ela incluiBatman: Arkham Asylum e Batman: Arkham City, além de todos os DLC pós-lançamento de cada um dos games.
O lançamento acontece no dia 26 de julho para PlayStation 4 e Xbox One. Acima você confere uma galeria de screenshots do game e abaixo você confere as artes de capa.
Conheça os melhores audiogames inspirados em games tradicionais
Por motivos óbvios, os deficientes visuais não conseguem aproveitar toda a experiência que os games tradicionais proporcionam. Pensando nisso, alguns desenvolvedores usaram toda a sua criatividade para fazer versões acessíveis no formato audiogame (aqueles que usam apenas efeitos sonoros para orientar o jogador) para que cegos e pessoas com baixa visão também possam curtir estes títulos. Neste artigo você conhecerá os melhores audiogames inspirados em games tradicionais, então coloque seus fones de ouvido e divirta-se.
MineBuster
Baseado em um clássico do Windows, o Campo Minado, o audiogame desenvolvido pela GMA Games consegue transmitir toda a apreensão que se tem ao explorar e abrir as casas do tabuleiro sem explodir nenhuma bomba usando apenas som mono para saber o que está acontecendo.
Contando com três níveis de dificuldade nas quais em cada uma o campo fica com mais casas, a adaptação segue fielmente os mesmos princípios do jogo clássico e não conta com nenhum recurso visual. Sua jogabilidade é intuitiva e simples, o jogador usa as setas do teclado para navegar pelas casas e os sons indicam quais podem ser exploradas, as que já foram abertas e o limite do tabuleiro. Para ajudar o jogador a saber quantas bombas tem ao seu redor quando ele abre uma casa, o narrador fala um número, exatamente como acontece no Campo Minado do Windows, que fazia esta mesma indicação mostrando números ao redor do local selecionado.
Super Mario Bros. Audio Edition
Um clássico como este não poderia ficar de fora. Mais do que uma inspiração, este audiogame é quase uma cópia fiel do jogo da Nintendo. Ele segue a mesma ideia, forma de jogar e ainda conta com a mesma trilha sonora e efeitos.
Desenvolvido pela Jaqocon Games, a versão para deficientes visuais do Super Mario Bros. possui uma infinidade de indicações sonoras que provavelmente confundirá os jogadores iniciantes. Para cada situação há um som, e para saber o que cada barulhinho significa, o jogo oferece um guia de sons para que o gamer se familiarize com eles. Aqueles que ainda tem o mapa deste jogo gravado na lembrança poderão se sair muito bem, pois mesmo sem nenhum tipo de indicação visual, a adaptação tentou ser o mais fiel possível ao jogo clássico.
Defender
Inspirado nos clássicos arcades de batalhas espaciais, em Defender o jogador precisará usar todas as suas habilidades auditivas para salvar a Terra de uma invasão alienígena.
Diferente da maioria dos audiogames, este jogo acessível criado por Luiz Eduardo Oliveira em parceria com Susana Farias conta com gráficos tradicionais, sendo assim, as pessoas que enxergam não precisam se basear apenas na sonorização em três dimensões para se orientar. Com uma forma de jogar muito simples, basta prestar atenção no som para saber onde estão as naves e atirar.
3D Snake
Tão viciante quanto o original que fez sua fama nos celulares, o 3D Snake promete fazer o jogador ficar horas e horas na frente do computador tentando conseguir a maior pontuação. Neste jogo acessível inspirado em Snake desenvolvido pela PB-Games, é preciso coletar as frutas distribuídas pelo campo para acumular pontos e ao mesmo tempo tentar ao máximo não bater na parede.
Com uma sonorização 3D muito eficaz, o audiogame segue a mesma mecânica do original, uma indicação de sino constante mostra o local onde as frutas estão e quando se chega mais perto o som fica mais alto, já o limite do mapa é indicado por um chiado, que também fica mais alto a medida que a cobra se aproxima. Quanto mais frutas se pega, maior é o desafio e a cobrinha passa a andar mais rápido, aumentando o nível de dificuldade do jogo.
Pac-Man Talks
Outro clássico que atravessou gerações angariando milhões de fãs também ganhou sua versão acessível. Desenvolvido pela PCS Games, este audiogame inspirado em Pac-Man segue a mesma ideia do original, contando com todos os efeitos e trilha sonora tão característicos do game.
O objetivo do jogo é o mesmo do original: escapar dos fantasmas e coletar o maior número de pontos possível. Para ajudar o jogador a se movimentar pelo mapa, o audiogame usa um narrador que indica os caminhos possíveis que estão a sua frente enquanto o som característico dos fantasmas aumentando indica que eles estão chegando.
Shades of Doom
Lançado no início da década de 1990, Doom foi um jogo revolucionário de tiro em primeira pessoa e sua versão acessível foi igualmente revolucionária. Shades of Doom é considerado um dos primeiros jogos no estilo FPS totalmente acessíveis para deficientes visuais.
Lançado em 2001, no jogo desenvolvido pela GMA Games o jogador precisa guiar seu personagem pelos corredores e salas de uma base secreta para alcançar seu objetivo e escapar de monstros assassinos. Por ser um game pioneiro, sua jogabilidade é mais rudimentar, fazendo com que o jogador demore um pouco para se acostumar com o sistema, mas mesmo assim vale a pena pela nostalgia.
Duck Hunt
Prepare sua arma e seus fones de ouvido para jogar esta versão de mais um clássico da Nintendo. Desenvolvido pela L-Works, no game com o mesmo nome do original o jogador precisa acertar a maior quantidade de patos com uma quantidade limitada de balas.
Esta versão de Duck Hunt é de fato uma cópia do jogo que usa apenas o som para orientar o jogador. Nele é possível encontrar os três modos de jogo do título original que seguem as mesmas regras: no primeiro modo em cada round é preciso acertar um pato usando no máximo três balas; no segundo existem dois patos no cenário que precisam ser atingidos apenas com as três munições e no modo Clay Shooting o jogador precisa acertar os pratos no ar. Em todos os modos a sonorização em 3D diz onde os patos e os pratos estão.
Slender: Lost Vision
Representando a categoria terror, temos um audiogame inspirado no Slender. Desenvolvido pela DragonApps, este jogo acessível promete te dar muitos sustos ao longo da jogatina.
No game o jogador encarna um jovem curioso que ao ficar sabendo de estranhos desaparecimentos e relatos de barulhos estranhos, decide investigar e leva consigo um gravador para uma floresta sombria a noite para descobrir o que está acontecendo.
Como na versão original, é preciso coletar as oito páginas enquanto tenta escapar do Slenderman, tudo isso usando apenas a sua audição. Prepare-se para tomar alguns sustos, pois a regulagem do som do jogo é feita propositalmente para você usar o volume alto para se orientar e, quando o mostro aparece ele fica mais alto ainda.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
O que o G1 jogou em 2014... 'Destiny', 'P.T.', 'HearthStone', 'Batman' e 'Alien'
Lista também tem 'Sunset Overdrive', 'Overwatch', 'Titanfall' e 'Bayonetta 2'.
Ano foi marcado por adiamentos para 2015 e retomada da Nintendo.
Do G1, em São Paulo
2014 foi um ano de altos e baixos para quem gosta de videogames. Grandes blockbusters foram lançados com problemas, como "Assassin's Creed Unity" e "Halo: The Master Chief Collection". Outros acabaram escorregando para 2015, e não foram poucos: "Batman: The Arkham Knight","The Order: 1886", "Evolve", "The Witcher 3", e mais, compõem a lista. O PlayStation 3 e o Xbox 360, por outro lado, já são coisa do passado.
Em compensação, muitos jogos foram relançados para aproveitar o melhor dos videogames de nova geração – vide os belíssimos "Tomb Raider: Definitive Edition" e "Grand Theft Auto V" – enquanto títulos como "Sunset Overdrive" e "Alien: Isolation" se tornaram gratas surpresas. E o Wii U finalmente se firmou, com a chegada de "Mario Kart 8", "Super Smash Bros." e "Bayonetta 2" para engrossar o caldo de games obrigatórios no console da Nintendo.
Veja alguns dos games que o G1 jogou em 2014:
O game de cartas da Blizzard chegou como quem não queria nada em 2013, ainda no PC e Mac, e arrebatou uma legião de fãs. Mas foi no começo deste ano, quando a versão para iPad foi lançada, que o tablet se provou o lugar ideal para jogar "HearthStone" com amigos e adversários de todo o mundo. O game é viciante e segue à risca a fórmula Blizzard de ser: fácil de jogar, difícil de dominar. LEIA OS TESTES DO JOGO, DA EXPANSÃO "GOBLINS VS. GNOMOS" E DOPACOTE "A MALDIÇÃO DE NAXXRAMAS".
O primeiro trabalho dos criadores de "Halo" após a ruptura com a Microsoft foi vendido como a próxima revolução dos videogames. Uma história com o escopo da Terra-Média, que honra o melhor da ficção científica em um mundo vivo, lotado de pessoas e inúmeras possibilidades de jogo. Acabou que "Destiny" não foi nada disso. Não fosse pela propaganda desastrada, o game seria saudado como o mais novo atestado do faro da Bungie para games de tiro, que é o que o torna tão agradável de jogar. No fim, se tornou o melhor nota 6 de 2014. LEIA OS TESTES DOJOGO E DA EXPANSÃO "A ESCURIDÃO SUBTERRÂNEA".
A aventura de Arno Dorian pela Paris da Revolução Francesa tem tudo para ser a maior decepção do ano. Como se não bastasse tratar do acontecimento histórico mais importante da série até então, "Assassin's Creed Unity" foi a estreia da franquia milionária nos poderosos PlayStation 4 e Xbox One. No entanto, as multidões de NPCs (personagens controlados pela máquina), a beleza parisiense e a inventividade das missões de assassinato são ofuscadas pelos probleminhas de sempre acrescidos de inesperadas questões técnicas. Uma pena. LEIA O TESTE.
Este exclusivo do Xbox One é outro exemplo de má publicidade – antes do lançamento, até parecia que a Microsoft não botava tanta fé no projeto. Felizmente para ele (e para nós), o bolo acabou se saindo muito melhor que a receita. "Sunset Overdrive" é um game de ação intenso e extravagante, que faz um remix original de cultura pop, "Tony Hawk's Pro Skater", jogos de mundo aberto e uma pitada assim de "nonsense". É revigorante e obrigatório para quem já tem ou acabou de pegar um Xonão. LEIA O TESTE.
Hideo Kojima tem o toque de Midas, mas disso você já deve saber. O que talvez não tenha ficado claro é que o criador de "Metal Gear Solid" conseguiu transformar o aperitivo do novo "Silent Hills", que ele irá produzir ao lado do cineasta Guillermo del Toro, em uma das experiências mais autênticas e assustadoras do ano. O "Playable Teaser" (ou demo jogável, em tradução) do retorno de "Silent Hill" foi lançado apenas para PlayStation 4 e traz um clima de tensão do começo ao fim, com muitos sustos. LEIA O TESTE.
É difícil de acreditar que um jogo fofinho e com cara de "Toy Story" como "Overwatch" seja produzido pela Blizzard, mestre dos demônios de fogo, dos orcs musculosos e da festa da sanguinolência em geral. Mas o game exclusivamente online mostra outra faceta da empresa: a atenção ao tempo em que vive. O lado competitivo está bombando mais do que nunca, o gênero de tiro em primeira pessoa está sub-representado e hoje em dia tudo vira franquia. "Overwatch" busca ser tudo isso e mais um pouco, e é uma das principais surpresas do ano. LEIA O TESTE.
Mais do que "Mario Kart 8", "Super Smash Bros." ou "Captain Toad: Treasure Tracker", todos situados em terrenos bem conhecidos pela Nintendo, é "Bayonetta 2" a grande surpresa do Wii U em 2014. O jogo de ação desenvolvido pela Platinum Games supera o original em todos os sentidos e preenche aquela lacuna de "games adultos" que muitos fãs da Big N reclamam. E o jogador ainda leva de brinde o "Bayonetta" original. LEIA O TESTE.
A conclusão da saga "Arkham" é um dos principais integrantes da seleção de melhores games de 2014 (que só serão lançados em 2015). Diante da ameaça de um vilão inédito, o tal do Arkham Knight, Batman pode pela primeira vez na série usar o seu batmóvel para andar por Gotham City e entrar em combate. Ao contrário do que pode parecer, a inclusão do veículo é divertida e não destoa do que os fãs do homem-morcego estão acostumados a fazer. Some a isso um visual de arrepiar e golpes ainda mais potentes e acaba, 2014. Vem, junho de 2015. LEIA O TESTE.
Os fãs de "Alien" têm um histórico ruim de games baseados em seus xenomorfos favoritos, e não precisa ir muito longe. Basta lembrar do horrendo "Colonial Marines", de 2013. Mas a maré parece ter mudado. O novo jogo da Creative Assembly está repleto de referências ao filme original e se preocupa muito mais em reproduzir aquele clima de terror de 1979, e não os tiroteios das produções seguintes. A dificuldade é alta e o ritmo é lento para quem está acostumado a games de tiro convencionais, mas vale a pena. "Alien: Isolation" é uma massagem no ego dos "xenomorfetes".LEIA O TESTE.
2014 mal começou e pingou um colírio nos olhos daqueles que estavam, literalmente, de saco cheio dos games de tiro em primeira pessoa. De forma competente, "Titanfall" consegue criar um campo de batalha onde humanos e robôs gigantes, os titãs, conseguem batalhar em pé de igualdade. As partidas são intensas e explosivas, em mapas bastante abertos e com vários pontos de conflito. Pena que a comunidade do game tenha reduzido com o passar dos meses, a despeito de novos modos de jogo e mapas terem sido incluídos. LEIA O TESTE.
Quando tudo parece estar perdido, apesar dos salários em dia e das cifras milionárias, eis que surge uma luz no fim do túnel. "Advanced Warfare" chacoalhou as fundações da série "Call of Duty", há muito estagnadas, com a introdução do exoesqueleto, uma armadura que garante habilidades sobre-humanas aos soldados do jogo. Esses novos elementos ajudam o game a ficar mais divertido e dinâmico, finalmente. Outro destaque é a participação do ator Kevin Spacey, que consegue trazer mais dramaticidade aos diálogos da história. LEIA O TESTE.
Conforme os smartphones e tablets ganham força, tanto técnica quanto popular, joias raras como "Monument Valley" felizmente aparecem cada vez mais. Durante cerca de 2 horas, o jogador irá resolver quebra-cabeças no formato de ilusões de óptica inspiradas no artista M.C. Escher. O resultado é um desafio sensorial de muita delicadeza e bom gosto, que valoriza uma experiência relaxante e contemplativa. LEIA O TESTE.
É impossível olhar para "The Order: 1886", um dos grandes exclusivos do PlayStation 4 para 2015, e não ficar impressionado com seu visual. O game é nublado, sombrio e elegante como a Londres que tenta retratar, uma versão alternativa da capital inglesa onde monstros e cavaleiros batalham até a morte. Na E3 2014, a demo do jogo investia em situações muito análogas a "Gears of War", sua comparação mais óbvia. Porém, essa impressão se dissipou um pouco em um novo teste, desta vez na PlayStation Experience, quando a apresentação e o viés cinematográfico foram mais valorizados. Resta torcer para que esta segunda leitura seja a predominante quando "The Order: 1886" chegar em fevereiro de 2015. LEIA O TESTE.
"Watch Dogs" não é um "GTA V", mas tem lá o seu valor. O game da Ubisoft acerta com um enredo bastante atual, que trata de espionagem digital, sociedade da informação e automatização, e mostra personalidade ao introduzir um celular que de fato é multifuncional. É com ele que o jogador realiza as presepadas mais interessantes do jogo, como manipular um semáforo para causar um acidente generalizado. Esse mesmo celular, porém, tem certa duração de bateria, o que acaba sendo uma bela analogia à própria natureza de "Watch Dogs". Faltou pedigree para deixá-lo perto do clássico da Rockstar. LEIA O TESTE.
2014 foi um bom ano para os fãs de games de futebol. Todos eles. "Fifa 15" manteve a liderança, mas não foi por acaso. A adição de goleiros mais inteligentes e de detalhes que dão um gás no clima de estádio tornaram as partidas do jogo da EA mais imprevisíveis e apaixonadas. "Pro Evolution Soccer 2015", por sua vez, foi buscar em suas origens a força necessária para reerguer o xodó de muito boleiro. Deu certo. E no âmbito de licenciamento, o game oficial da Copa trouxe centenas de seleções para brincar de azarão. Mas se levar o Zimbábue para o mundial não for mais atraente, pelo menos dá para encontrar o jogo por menos de R$ 50 agora que o torneio já passou. LEIA OS TESTES DE "FIFA 15", DE "PES 2015" E DO GAME DA COPA.










